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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Eu!!!

Esse ano de 2015, estava pensando eu esses dias, foi um ano dedicado a MIM.

- Comecei a academia em agosto/2014, e não parei mais! Mudei de academia em julho/15 e passei a malhar na hora do almoço, o que faz eu ser bem mais assídua!

- Iniciei um acompanhamento nutricional. Passei a me alimentar melhor, e com isso já perdi 5 kg de PESO (ganhei massa magra e perdi gordura), mas isso tudo merece um diário de regiminho bem especifico!

- Iniciei um tratamento dermatológico bem rigoroso, pois Marido fechou a fábrica e eu suspendi a pílula, com isso, passei a ter acne. Leia-se MUITA acne. Isso também merece um capítulo à parte.

Só com esses dois tópicos, já percebi uma mudança nos cuidados à minha pessoa. Passei a olhar mais para mim e a cuidar mais da saúde. Tenho uma hora só minha indo para a academia, passei a cuidar da qualidade do que ingiro, e precisei redobrar os cuidados com a pele.

- Destruí meu cabelo... rsrsrs.... Por conta de uma descoloração mal sucedida, meu cabelo está precisando de MUITO amor e carinho... Preciso desabafar sobre isso também!

- Realizei um grande sonho e comprei uma máquina de costura! Estou fazendo coisas lindas e preciso mostrar isso aqui também!

- Estou pensando em voltar a escrever aqui!

.:.

Quero muito falar sobre cada um desses tópicos e de cada um dos tópicos listados nos dois últimos posts.

Pode ser?

Escreverei sobre.

Me acompanha?

Então aguarde!

Beijos felizes e cheios de auto-estima!

Fer

quarta-feira, 30 de julho de 2014

13 meses de amor líquido

Na semana de 21 a 25/07, Milena desmamou. Eu desmamei, nós desmamamos.
Não queria eu tomar nenhuma atitude. Negar o peito. Queria ofertar enquanto eu tivesse, ou até que ela se desinteressasse. E isso ocorreu. Ou quase isso.


Olhos nos olhos.


Depois que ela completou 6 meses, e a amamentação não era mais exclusiva, e pelo fato de eu trabalhar, a produção diminuiu bastante. Eu dava peito para ela de manhã (ou de madrugada), e antes dela dormir, no banho. Essa foi nossa rotina desde os 6 meses.
No entanto, nos últimos meses, não raro eu chegar em casa e ela já estar dormindo. Ou pela manhã, ela mais se preocupava em ver a movimentação da casa e deixava o peito de lado. Com isso, a minha produção caiu, ou parou.
Não insisti mais, e quando ela procurou na semana passada ela sugou alguns segundos, foi para o outro peito, fez o mesmo e desistiu. O que me levou a crer que não tinha mais nada ali. Além disso, eu passava mais de 1 dia sem dar o peito e não sentia ele cheio ou pesado.
Durante o banho, que era quando ela mais procurava, ela só pediu no dia 26/07. Sugou um pouco um, outro, e desistiu. No dia 27/07, procurou, mas a distraí e ela logo esqueceu.
Estou na ultima semana com o Cerazette, e retorno a minha pílula habitual na semana seguinte. Caso ela procure essa semana, tentarei distraí-la. Caso ela insista, darei. Mas como sei que não tem mais nada, naturalmente ela desiste e se conscientiza que não tem mais nada aqui... rs
Preciso retornar com a pílula anterior pois tenho um problema hormonal tenso, que me dá espinhas aos montes, e só a pílula dá jeito.

Como estou me sentindo:
Sinto que cumpri meu dever. Que dei o meu peito e meu amor liquido à ela enquanto meu corpo conseguiu produzir e em momento algum neguei isso a ela. Que nosso desmame foi natural e sem traumas.
Desde que ela nasceu, era algo que me atormentava pensar em como seria esse final. Seria minha ultima jornada com a amamentação. E queria curtir até a ultima gota. Marido me apoiou e fui com fé, até que ela não quisesse mais. Confesso que fiquei com medo de vê-la aos 12 anos no peito (hahaha), mas estava disposta até a isso.
Foi mais tranquilo do que eu esperava, para mim e para ela.  Sentirei muitas saudades das mãozinhas dela na minha cintura, dela tentando colocar o dedo na minha boca, dos banhos demorados, e dela comigo mamando nas madrugadas frias, do seu rostinho encostado na minha pele, da sensação de ter um bebê nos braços.
Mas sigo tranquila, sabendo que curtimos nosso momento de intimidade e de união, até que meu corpo determinasse o inicio de um novo ciclo. E foram lindos 13 meses.

Te amo filha. Muito, muito obrigada por viver comigo esse momento. De fecharmos juntas mais um ciclo, e iniciarmos outro. Cheio de inícios, novas experiências e muito amor.

Te amo demais!

Mamãe.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Depois de 4 meses... a bebe vira uma mini mocinha!

Nesses 4 meses, muita coisa aconteceu. A Mi já é uma mocinha com mais de 1 ano, já come bem, e está quase andando.
Não toma suco nem por decreto. AMA comer pão. Não sei se ela conheceu a iguaria na escola, mas é só ver alguém com o dito cujo na mão que ela pede incessantemente. Pode ser o francês ou o integral fatiado.
- Fala Papai fluentemente, mamãe só quando quer.
- Auau foi a primeira palavra 'entendível'.
- Áua (água) serve ara água e mamá.... Já disse mamá, mas esqueceu... rsrs.
- Fala ‘papá’ quando convém.
- Ú = Dudu.
- Má = ‘me dá’ ou ‘meu’.
- Neném = bonecas, bebês, crianças e ela mesma.
- Popó =  a própria (Galinha Pintadinha).



Ela é bagunceira, faceira, palhacinha, amorosa, dengosa, geniosa.
- Dança com qualquer musica e até com algum barulho ritmado. Esses dias estavam serrando alumínio e a fofa começou a dançar. Uma figura!
- Se é contrariada faz birra e se joga no chão e fica fazendo dengo.
- Adora fingir que caiu só para soltarmos um “oh... tadinha, caiu no chão” e fazermos massagem nas costas (e ela fica lá, estatelada por longos minutos.)
- Fica piscando os olhos para seduzir. Se quer chamar a atenção de alguém começa com o charme. É uma graça!
- Já sente vergonha e coloca a mãozinha em frente aos olhos, ou coça a orelha.
- Detesta qualquer coisa na cabeça ou cabelo.
- Pega qualquer objeto e leva à orelha e fala “ô”.
- Ama de paixão celulares e tablets. E ‘ela’ tem que mexer. Já destrava e escolhe o que quer ver.

Cada dia é uma novidade, e me sinto mais encantada com essa mocinha.


E parece que foi ontem que conheci essa pessoinha tão linda e apaixonante!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Depois de quase 6 meses - Parte II

Aha... Falei que voltaria rápido! 
Vamos continuar? Então vai...

- Amamentação: 
Tem coisa mais delicia que isso? Não....
Mas na época do Dudu, eu achava um tedio. Me apedrejem... pois hoje eu não me reconheço.
Ela mama super bem, a pega dela sempre foi perfeitinha. Então tirando o primeiro dia do hospital, não tive nenhuma fissura ou machucado.

Massss, assim como na primeira gravidez, o bicho pegou de verdade quando o leite desceu! Me dá pânico só de lembrar... rsrs
Meu peito começava logo abaixo da clavícula para se ter uma ideia. Mal conseguia ficar com os braços abaixados, pois tinha ‘peito’ até nas axilas. Tentei esgotar manualmente o mínimo para não doer, não adiantou. Peguei a bomba manual que eu tinha e nada adiantava. Nesse meio tempo, muito choro (meu, óbvio). Liguei para minha medica. Ela me instruiu a não esgotar em hipótese alguma, beber o mínimo de liquido possível e fazer compressa gelada. Me agarrei na compressa de gelo, o que aliviava a dor, mas momentaneamente. Morri de medo de ter uma mastite.
As primeiras noites, mal dormi. Levantava de tempos em tempos, esgotava um pouco, jogava água fria e tentava dormir. O que a Milena mamava mal aliviava a aureola. Dormir de lado era impossível. Estava usando as conchas, que era o que me salvou da outra vez, mas nem isso. Esvaziava elas de tempos em tempos, mas permanecia com as mamas feito pedra.
Sei que fiquei nesse sofrimento até a consulta com a medica. Que viu meu estado e disse que realmente eu devia estar sofrendo (sério???). Me receitou um remédio que fazia ‘descer’ o leite empedrado. Eu borrifava ele no nariz 5 minutos antes das mamadas, ela mamava e o resto escorria. Uma lindeza. Em 2 dias estava tudo normalizado. Graças a Deus.

Hoje tenho leite suficiente, mas acho que menos que na época do Dudu, que vazava muito leite, e eu vivia ‘azedinha’... e ele idem, pois mal vencia sugar de tanto leite que escorria. A Mi, nos primeiros dias se afogava horrores, ficava brava e voltava a sugar (uma graça), mas foi só no inicio mesmo.
Quando vejo que a produção deu um baixada, procuro tomar mais água e ingerir coisas gordinhas. Dá certo! Achei estranho o conselho de ingerir mais calorias, mas ajuda muito no meu caso. Estou procurando comer coisas saudáveis. Sem frituras, sem muitos doces, muita fruta e muitos vegetais. Mas, quando vejo que a produção deu uma caída, procuro ingerir mais carboidrato ou até doces. No dia seguinte tudo melhora.

- Rotina com  2:
Ro-ti-na. Se você consegue desenhar a sua, tudo flui.
Quando o Marido voltou a trabalhar, fiquei morrendo de medo, afinal, o Dudu ficaria de manhã em casa, eu faria o almoço e o levaria para a escola. Consegui numa boa.
A Mi dormia a manhã quase toda e eu conseguia dar atenção a ele e à casa e fazer o almoço. Depois levava ele para a escola e curtia a pequena em casa. No final da tarde pegava ele, e logo o Marido chegava. Bem tranquilo, corrido... mas dava certo. E à noite, com o Marido me ajudando fica tudo bem fácil. Nem lembro mais como era ter só 1 criança em casa.

Agora abandonamos a banheira e dou banho na pequena no chuveiro. Dou banho no Dudu, me banho,  Marido traz ela, banho ela, dou um mamazinho ali mesmo (essa parte é delicia demais.....), Marido pega ela e eu saio do chuveiro. Quando Marido não está em casa, a ordem é a mesma. Ela fica olhando eu e o Dudu tomarmos banho (ela fora do box, claro, deitadinha no bebê conforto). Depois do banho tomado, enxugo o Dudu e ele vai se vestir. Me seco, tiro a roupa dela e entro no chuveiro. Dou banho nela, enrolo ela na toalha e saio pingando até a minha cama (onde está tudo organizado com as coisas dela). Deixo ela enroladinha na toalha e me seco. Se está mais frio, me visto (rapidinho... claro!). Visto ela, e a família está cheirosinha e pronta para dormir!

O Dudu as 20:30h, desde sempre, está na cama. O mocinho acorda lá pelas 7:00h, mas dorme cedo. Isso é bom demais.
A Mi, até os 3 meses dormia lá pelas 22:00h. Hoje, as 8:00h está chata, ‘pedindo’ banho. Toma banho e vai direto para a cama. Deita e já dorme. Assim, as 20:30h a casa vira um silencio, uma paz que nem parece que temos 2 crianças em casa!
As 7:00h, ambos estão acordados e cheios de gás.

- Voltei:
Já voltei a trabalhar! 2 semanas antes para poder curtir as férias de janeiro em família...
Está corrido, mas nada anormal. O que mais me ‘suga’ é a parte da amamentação.
Levanto as 5:30h, esgoto o leite de uma mama depois me arrumo.
Acordo o Dudu (Marido a essas horas já foi trabalhar) e deixo ele se vestindo. Acordo a Mi, quando dificilmente ela ainda está dormindo (ela acorda e fica conversando sozinha e lambendo o cobertor... rsrs, é o hobby dela atualmente), troco a roupinha/fralda dela e a amamento.
Coloco a criançada no carro (as 7:00h), deixo a Mi na escola e o Dudu na minha cunhada (ele vai pra escola a tarde, por enquanto).
Na hora do almoço, saio para almoçar e passo na escola para amamentar a Mi, fico meia hora com ela (delicinha esse momento), vou pra casa (que é 5 minutos da escola), esgoto o outro peito e volto a trabalhar.
A tarde, Marido pega as crianças. Chego em casa, amamento, esgoto, lanche, banho e cama.
A Mi dorme MUITO fácil. Ela começou a resmungar, e se não é fome, é só dar a chupeta e ela apaga, instantaneamente. Durante o dia ela tira 2 sonecas de uns 40 minutos.... ela guarda ‘sono’ para a noite. Uma fofa!

Mas essa correria toda tem valido a pena, e tenho conseguido manter a Mi só no peito. Deixo leite para duas mamadas na escola. Poderei fazer esse esquema até a fofa completar 6 meses, pois tenho estendido meu horário de almoço que é de 1:30h, para 2:00h. Depois disso, com a introdução de outros alimentos, fica mais tranquilo.

- Como ela é:
Um anjo... Não dá trabalho nenhum. Quase não chora, e quando o faz é por fome, e de imediato seu desejo é atendido.
Sorridente como ninguém, cativa todo mundo. Adoooooora uma bagunça, e é fascinada pelo irmão. E pelo pai. (pois é....)

- Como estou:
Sabe sentimento de plenitude? Estou muito feliz. Tenho 2 filhos saudáveis, liiiiiiiindos e tranquilos. Quando comento sobre eles até parece papo de mentiroso, pois sou só elogios. Sério mesmo, sou privilegiada ao extremo, não tenho do que reclamar dos meus pequenos.

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Vou tentar contar as peripécias de ambos com mais frequência, mas meu dia está muito corrido. Meu trabalho está puxado, e em casa, não dá. Vou tentar aproveitar uns minutinhos antes de entrar no trabalho ou no horário do almoço. Vamos ver o que consigo. Mas se eu sumir, é porque estou sendo mãe... então vocês me entendem, né?

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Não vou postar fotos... Vocês já devem ter percebido que evito ao máximo colocar foto das crianças. Já me criticaram falando que eu posso inventar coisas aqui (e posso mesmo, pois aqui é um espaço MEU e escrevo o que eu quiser... lálálálá), mas não é meu perfil.
Tem gente que me conhece fora do blog... que tem meu facebook, por exemplo, e sabe que eu existo e que dificilmente inventaria tudo isso. Né Ju??? Mas já adianto que a Mi é liiiiiiiiiiinda de viver. Acredite!

Beijinhos maternos!!!

Fer

quinta-feira, 6 de junho de 2013

É amanhã!

Nervosismo, ansiedade, alivio, curiosidade, emoção!
Tanta coisa junta... tantas emoções. Em pensar que em 24 horas poderei estar com a minha mocinha no colo, conhecendo-a, cheirando-a, tocando-a!

Olho para minha barriga e juro que já sinto saudades. Nunca achei que diria isso um dia. Não gostava de estar gravida na primeira gravidez, já nessa, me sinto plena, linda e feliz.
É triste pensar que esse é meu ultimo dia gravida, pois não está em meus planos engravidar novamente... então, é meu ultimo dia! Vontade de parar no tempo, curtir cada segundinho.

Sei que aproveitei muito esses meses todos. Reclamei muito pouco e a cada mexida dela eu me sentia mais plena e feliz. Gravidez é uma benção, e me sinto a pessoa mais estupida do mundo olhando para traz e vendo que poderia ter aproveitado muito mais a gravidez do Dudu.
Me preocupava tanto com as mudanças no corpo, em se eu seria uma boa mãe, em como seria a vida depois da chegada de uma criança, que quando dei por mim, estava louca para engravidar novamente e poder curtir de verdade uma gravidez.

Pensando nisso, quero curtir horrores os momentos da amamentação, que antes eu achava chato e trabalhoso, haja vista que eu tinha muito leite e me sentia uma mamadeira ambulante e que cheirava a leite mesmo após o banho... hehe Agora quero ver o lado bom e lindo disso tudo.
Pegar muito no colo e curtir cada segundinho a minha licença com meus pequenos, sem se preocupar se tem louça na pia ou se ainda não varri o chão.

Tudo passa tão rápido e depois bate uma saudade insana...
Não quero me arrepender de não ter feito. E pelo menos a gravidez sei que curti demais... me amei demais e me despeço desse barrigão orgulhosa e feliz por Deus ter me dado mais uma oportunidade de carregar em mim uma vida.

É amanhã, Milena... mas se quiser, hoje ainda dá tempo!!!!

(...)

Tô louco pra te ver chegar
Tô louco pra te ter nas mãos
Deitar no teu abraço
Retomar o pedaço
Que falta no meu coração

Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas
Pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo

(...)


Beijinhos contando os segundos,

terça-feira, 4 de junho de 2013

38 Semanas e uma Difícil Decisão

É engraçado como achamos que somos os donos da verdade. Como acreditamos que existam formulas e receitas de bolo para tudo. Subestimamos mesmo, tudo, até a natureza.
Dudu nasceu de 37 semanas, já disse isso infinitas vezes. Na minha cabecinha, Milena não passaria disso. Principalmente depois do susto às 34 semanas. Achei pouco provável que passasse das 36. E eis que chego as 38 semanas, o que pra mim é algo inédito.

No entanto, Marido faz cirurgia semana que vem. E como é que faz?

Pensei na possibilidade da indução... Mas não algo pensado e amadurecido. Peguei o telefone, liguei para ele pouco antes da consulta e comentei meu insight... ele concordou.

Explico: Não terá ninguém que possa ficar conosco no período de recuperação - meu e dele. Meu pai recém quebrou o fêmur, minha mãe está 24h por dia cuidando dele, E, mora há 40km da minha casa. Minha sogra, recém operou a coluna.... sem comentários. O resto do povo disponível trabalha... ou seja, só restamos nós. Marido não sabe mais o que é não sentir dor. Não dorme, mal consegue andar, cada vez a mobilidade dele está menor e a possibilidade dele postergar essa cirurgia é meio desumano, sem contar que está de atestado do trabalho há duas semanas, e ficará mais uns 4 meses em casa pós-cirurgia...

Ontem então, eu tinha uma cardiotocografia logo após o almoço, onde deu tudo certinho... A Milena está com os batimentos dentro da normalidade e tive uma contração durante o exame. Ou seja, tudo ótimo.
Saindo do exame, fui direto para a consulta.
Cheguei e já fui atendida. Ainda perdendo o tampão (sou anormal, fico 4 semanas perdendo o tampão.... sério, nunca vi disso), e com 5 cm de dilatação. No momento do toque a minha querida médica fez o descolamento de membranas..... E me avisou só depois que terminou o “ato”. Doeu. Muito. Fisicamente falando, e vendo a luva cheia de sangue e pensar que ela poderia ter me questionado a respeito e que obviamente eu diria não, doeu ainda mais.
Me senti invadida, violada... Uma dor inexplicável.
Mas OK, era para agilizar as coisas... para ver se teríamos mais progresso. OK? Tabom, OK. Mas mesmo assim me senti péssima.

Depois disso, comentei com ela a questão da indução, da possibilidade. Ela disse que poderíamos tentar na sexta, dia 07/06, as 8h, eu internaria e faríamos a indução.
Pesquisei depois o assunto, e vi que a indução gera um alto índice de cesárea, mas nos casos em que há pouca dilatação. No meu caso, com 5cm (a meio caminho andado), seria algo mais simples e rápido.

Desde o inicio da gravidez, pretendia fazer o parto sem analgesia e sem episio (a do Dudu foi com, e não achei legal a recuperação...). A minha médica disse que havendo necessidade ela fará sim (arrependimento de não ter buscado um medico a favor do parto humanizado), mas que sabe da minha vontade e avaliará a situação na hora.
Também não queria saber da ocitocina, onde no do Dudu, cheguei no hospital com 6 de dilatação e aplicaram a dita cuja... estourou a bolsa e implorei por analgesia. Nesse parto, eu gostaria que as coisas andassem por si só. Ocitocina aumenta a dor das contrações.... Ou seja, tudo será meio (MUITO) diferente do que eu gostaria.

Provavelmente será sim com ocitocina ( parto induzido, certo?!) e só Deus sabe se darei conta da fazê-lo sem a analgesia.
Só Deus sabe de muita coisa. E a gente (EU) precisa aprender isso....

OK, voltando... depois que saí do consultório, com um nó na garganta, fui liberar a guia de internação, e entrei no carro para ir pra casa, passei a chorar. Inconsolável e incontrolavelmente.
Um sentimento de culpa, de derrota, de trapaça, tomou conta de mim. Em estar ‘indo contra a natureza’. De não estar respeitando a vontade da Milena em querer vir ao mundo quando ela bem entender, de estar desrespeitando-a. Um sentimento muito triste, e ao mesmo tempo, consegui me dar conta o tamanho do amor que já tenho por ela.

Sempre achei muito taxativo falar em amar um ser que sequer conhecemos. Amamos, claro, mas nada surreal, e acho que o laço se completa mesmo ao conhecermos, no momento pele a pele mesmo, no dia a dia. Tanto que me considerava um monstro na gravidez do Dudu pois não me sentia a gravida mais paz e amor do mundo... e amor de verdade mesmo, senti no momento do parto, no primeiro olhar, no primeiro toque.
No entanto, ontem eu senti esse amor indescritível.... uma vontade de proteger, de respeitar, de amparar e defender de tudo e todos, e ao mesmo tempo a dor em ter que optar pelo mais sensato, em também poupar o Marido, meu outro amor. Uma decisão difícil e dolorida...

Cheguei em casa aos prantos e conversando com o Marido, ele me alertou de uma coisa: já desrespeitamos a vontade dela... Se deixássemos só a natureza se encarregar das coisas, ela teria nascido de 33 para 34 semanas. Agora é um pouco diferente, pois ela está prontinha, e não corre risco nenhum.
Foram as palavras que me acalmaram. Sendo bem racional, a verdade é essa. Intervimos na vontade dela, claro, tentando preserva-la, afinal, sendo prematura ela corria N riscos.

É difícil julgar e definir o que é melhor para nós mesmos. Isso só me faz ter uma certeza ainda maior: não devemos julgar as decisões dos outros, pois só nós mesmos sabemos os motivos que nos levam a tomar certas decisões.
Se alguém opta por fazer cesárea pelo motivo A ou B, você que é defensora ferrenha do parto normal, humanizado ou afins, não julgue... ninguém está no lugar do outro para saber o que é melhor para si. E independente das nossas escolhas, o fazemos achando que é o melhor, ou a melhor alternativa. (ou vice-versa... tem quem julgue a cesárea a melhor opção... opinião: cada um com a sua...)
Eu, Fernanda, no mundo perfeito, optaria por um parto humanizado, com zero intervenções e tudo lindo e perfeito... Mas é algo totalmente fora da MINHA realidade, por N motivos. Optei por um parto normal, que EU acredito ser o melhor para mim e para a bebê. Se por algum motivo, acontecer algum imprevisto, também não vou me opor à cesárea...

.:.

Para Milena:

Filha... sei que pedi muito para que você esperasse mais algumas semanas antes de vir ao mundo... Era perigoso e arriscado você chegar naquele período, como já te expliquei.
Você já cresceu, está mais forte e resistente... Conforme conversamos, que pode vir assim que se sentir preparada.
Papai está dodói, e sentindo muitas dores, e quer muito conhecer você antes de fazer uma cirurgia... poder te pegar no colo e aproveitar seus primeiros dias em casa. Com isso, talvez você chegue um pouco antes do que você estava prevendo... Até sexta-feira iremos nos olhar pela primeira vez. Já sinto seu corpinho serelepe em mim, e você já conhece meu calor e minha voz, mas iremos nos olhar... nos sentir, nos cheirar... coisas que você ainda não conhece mas que será mágico e emocionante. Irá mamar pela primeira vez e sentir um gostinho especial, diferente do sabor do liquido que fica à sua volta. Irá também conhecer seu irmãozinho, que está ansioso pela sua chegada.
Vai conhecer seu Papai, aquela voz que te deixa toda saltitante da barriga da Mamãe, e sentir o toque dele.

Todos te amamos muito, e queremos que sua chegada seja o mais tranquila possível.
Venha Milena, estamos te esperando!!!!



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Beijos já mais aliviados,

Fer

sábado, 19 de janeiro de 2013

Feliz Niver, meu Amor!!!

Hoje é o dia do aniversario de uma pessoa que mudou completamente minha vida, desde que entrou nela.
É aniversario do Marido, do melhor Pai e Marido que eu poderia ter encontrado na vida.

Parabéns meu amor, que essa data perdure por muitos e muitos anos, e que eu esteja ao seu lado para comemorar todos eles, com muito amor e companheirismo.

Que você continue obtendo sucesso em tudo o que está inserido. Você merece.

Te amo muito, muito, muito!!!

Beijinhos,
Fer, Dudu e Milena!

domingo, 13 de janeiro de 2013

13 de Janeiro

Hoje fazemos 12 anos juntos. 6 anos de casamento.
12 anos de amor, carinho, companheirismo. 12 anos de muita amizade, e de muita coisa vivida.
12 anos que aprendemos juntos, que conquistamos muito (em termos financeiros e em termos pessoais).
12 anos em que a cada dia que passa, o olho com amor, com admiração e tendo a certeza de que vale a pena, cada segundo ao seu lado.
12 anos que ainda é muito pouco perto do tanto que ainda vamos viver juntos.

Te amo, meu amor! Muito mais que há 12 anos.
Obrigada pela família linda... e por tudo que já vivemos.

Beijos, 
da sua Fer.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Postagem de dia das Mães

Olha que beleza.... já está quase chegando o dia dos pais e eu ainda não postei o que escrevi sobre o dia das mães.... Mas aceitam a postagem ainda? Se sim, segue....


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Este, posso dizer com todas as letras, que será o melhor Dia das Mães pra mim.
Mas Fer, o Dudu já tem 3 anos, será teu 4° dia das Mães, certo? Certo! Mas será o melhor mesmo assim.
Conto o porquê.
Não sou do tipo de pessoa que idolatra crianças. Acho fofinho, bonitinho e tals... mas nunca fui aquela pessoa que o sonho mor era o de ser mãe. Nunca soube brincar com os pequenos, nem era a pessoa mais cativante para eles... Eram as crianças lá e eu aqui, tímida e um pouco assustada. Se era criança do tipo sem limites, então... não queria nem muito contato. Até cheguei a me afastar de uma super amiga por conta de um filho totalmente sem limites. Até hoje dói esse afastamento. Ainda mantemos contato, mas esfriou... ela se afastou (pois o pequeno destruía sempre alguma coisa na minha casa), e eu me afastei (era criança fazendo arte o tempo todo e ela vendo tudo e não fazendo nada, isso era desconfortável demais, para ambas).
Então que me casei e a vontade apareceu, aí resolvemos ter um filho.
A maternidade muda SIM a pessoa. E instinto materno floresce, você passa a amar um serzinho que nem conhece ainda, e quando nasce, parece que você sempre foi mãe. AMO incondicionalmente meu Dudu, vocês já devem ter percebido, mas juro que continuo meio bicho do mato com os dos outros... Até minha afilhadinha-sobrinha não tenho muito jeito para lidar... parece que nunca tive filho na mesma idade e simplesmente não tenho jeito, não sei brincar ou interagir....meio estranho, coisa de se resolver com terapia mesmo... enfim....
Com o Dudu, nunca precisei da ajuda de ninguém (do Marido, claro), mesmo sem nunca ter dado banho em nenhuma criança na vida.... sempre tive segurança para cuidar, dar de comer e brincar... Sempre tive medo que o Marido fosse um Pai do tipo enfeite... que não ajuda em nada. Aí resolvi incluir sempre ele nas atividades e dividíamos as tarefas com o Dudu sempre. Banho, sempre foi ele quem deu. Isso, claro, estreitou e muito o contato e o laço dos dois.
Também sempre fui muito dura... cheia de regras e ‘nãos’. Não pegar no colo (eu dava mamá e colocava novamente no berço, sofá ou afins), não mimar, não dormir na cama conosco, não isso ou aquilo... e limites... muitos!
O resultado? Dudu nunca foi grude comigo. Sempre invejei as amigas dizendo que não podiam ir ao banheiro...O Pai sempre foi o preferido em tudo. Se estávamos em um lugar, e ele pedia colo, o meu não servia. Se tinha pesadelo à noite, era o Pai que ele chamava...E eu, sempre me sentia uma mãe de merda. Sempre achei que nunca sentiria o retorno do amor que eu tinha por ele, vindo dele...
Frustrante, e triste, né? Foi difícil, muito difícil!!!
Claro que tinha (tem) o lado positivo... O Marido foi um Pai fantástico desde o primeiro dia... Divide muito bem as tarefas comigo, e deixo ele com o Dudu sempre quando eu preciso sem a menor preocupação, e o Dudu fica numa boa. Saio com minhas amigas, o Marido já viajou com ele sem mim, enfim... tenho liberdade, que minhas amigas (as invejadas), não têm.
Marido sempre conversou muito comigo a respeito... Onde ele achava que eu poderia mudar, e fui fazendo o possível...
Outra coisa que mudou nesse ano, com a mudança da escola, sou eu quem leva e busca (antes era a Avó)... Também encho de carinhos, brinco mais (não que antes eu não brincasse, mas antes eram brincadeiras mais pedagógicas, mais para ensinar algo. Agora é mais bagunça, coisa de menino mesmo). Converso bastante com ele, e os ‘nãos’ são para algo realmente errado.
Resultado: hoje já sinto o amor dele por mim. Não que antes ele não me amasse e tal, mas já sinto ele mais próximo, e preferindo ficar comigo a ficar com o Pai. Chamando por mim quando está com o Pai. Coisas bobas e pequenas, mas que pra mim possuem um significado muito grande. O Marido mesmo esses dias ficou de bico pois o Dudu disse que ia assistir desenho comigo, e o Pai iria ficar na cozinha.... Marido ficou todo sentido. Eu fiquei mega feliz!
Antes, eu queria muito ter um segundo filho para tentar fazer diferente e suprir minha carência de um amor que eu não havia tido retribuição.
Hoje eu continuo com a mesma ideia, sabendo que se sentir amada por um filho é uma benção sem tamanho, e eu mereço ser amada por dois....
Então, mamães de primeira viagem: queimem livros, exorcizem Encantadoras de Bebês, e sigam o seu coração.
Colo não vicia, aproxima. Dormir na mesma cama é troca de carinho. Dividir com o Papai é bom e saudável, mas não deixe ele virar Mãe, DIVIDA.... Ter regras é importante, mas regras que somem, e não que separem. Rotina é imprescindível, mas a bagunça é boa demais!
Vou fazer muita coisa, com o próximo filho, igual ao que fiz com o Dudu sim, pois não há quem não elogie a educação, a esperteza e o quão carinhoso ele é... Por outro lado, vou errar para acertar outras coisas.
Há formula perfeita? Não mesmo. Filhos não são receita de bolo. São seres humanos. E definitivamente não há certo ou errado.
E nós mães, independente da maneira que criamos nossos filhos, com muitos limites ou totalmente sem, o fazemos pois acreditamos ser o melhor para eles... então não julgue... Só estamos sendo mães.
Por isso tudo, e por agora estar me sentindo mais mãe que nunca, é que pra mim, esse é o melhor Dia Das Mães que já tive....
Desejo à você que já é mamãe ou que será em breve, um dia das mães iluminado e cheio de amor de Mãe e de Filho.
Beijão,
Da Mamãe,
Fer

quarta-feira, 28 de março de 2012

Meu bebê já é um rapazinho!

O tempo realmente passa rápido demais quando temos filhos.
Olhando as fotos de um ano atrás, é possível ver como meu menininho cresceu.... hoje, parece mais um rapazinho que um pequeno de 3 anos.
E falando nisso, há exatos 3 anos ele chegou para mudar tudo, e deixar nossa casa ainda mais iluminada!
Querem saber o relato do parto? Adoooooro!!!!
Eu estava com 37 semanas... morrendo de dor na pelve, com tampão saindo (grávida e dignidade são palavras que não combinam), 3 dedos de dilatação, mas firme e forte!
 
Tive médica na quarta (onde ela mediu os tais 3 dedos),que disse que poderia demorar 3 semanas para o parto, ou o bebê nascer no dia seguinte... dependeria do meu corpo.
Depois disso, a família (do Marido) em peso quis me acorrentar na cama: eu poderia ter o bebê na rua, eu era doida de continuar a trabalhar, a minha médica era sem noção de não ter me afastado, e coisas do gênero.... (a família do Marido é ‘meio’ exagerada, SIM). Marido, entrando na onda, já tinha me dado um ultimato para eu pedir atestado pra ontem e eu ia enrolando o coitado.... sempre postergando para a próxima semana! Mas gente, eu estava ótima e continuaria trabalhando até onde eu conseguisse, oras!
 
No sábado, a diarista foi lá em casa, chamei manicure para fazer pé e mão, e a minha barriga não parava de ficar dura (as tais contrações de Braxton Hicks), e a minha cunhada ficou me azucrinando, pois eu poderia estar em trabalho de parto. Sorri à Monalisa e continuei prestando atenção à frequência das tais contrações.
 
À tarde, fui com o Marido buscar o kit higiene, o quadrinho para a porta da maternidade e o kit protetor de berço, tudo bem pertinho da casa da minha mãe. Passei na casa dela, comi igual uma condenada (até hoje lembro o gosto do pão sovado que comi), briguei com ela (eu estava muito irritada), me desculpei e fomos para casa... Ou pelo menos achávamos...
 
Como fiquei encucada com as tais contrações, e ainda estava bem ritmado, pedi para o Marido para passarmos na maternidade. Chegamos lá, eram 19:00h.
Entrei na sala de exame, e o médico ficou segurando a minha barriga.... nessas alturas, quando começava a ficar dura, me dava uma leve falta de ar. Ele disse que estava a cada 5 minutos. Fez o toque, e eu estava com 6 de dilatação. Falou para o Marido que era para dar entrada na papelada do internamento, e eu iria para outra sala.
Lembro exatamente da sensação de “Como assim??? Já???” Eu e Marido nos entreolhamos, e parecia que era piada!
Não imaginavamos que seria tão cedo. Um misto de ansiedade e emoção tomou conta de mim e comecei a chorar.
Marido saiu ligando para a família toda, e eu fui para outra sala.
 
Deitei numa maca em uma sala com TV. O plantonista colocou um soro em mim (com ocitocina), e disse que logo voltaria.
Fiquei ali, assistindo novela e achando tudo aquilo muito estranho. Que parto é esse??? Não sinto nada!

O plantonista voltou, fez o toque (não lembro com quanto eu estava), e disse que logo me levariam para o centro cirúrgico para me aplicarem a analgesia. “Mas doutor, eu não estou sentindo nada!!!” A essas alturas, eu estava querendo tentar o parto sem analgesia..... Tolinha, eu! Ele respondeu: “Não reclame.... você está sendo privilegiada... mas logo virão te buscar, mesmo assim”.
Ele saiu, e eu estava me achando “a” boa em passar por um parto sem sentir um ‘ai’.
Então, eis que a querida bolsa estoura. Ouvi um barulho estranho, um aguaceiro, e uma dor lancinante..... Chamei as enfermeiras. Haha... Bem feito pra mim!
Tomei um banho e me levaram para a sala. A cada contração, parecia que eu ia morrer. Gente, DÓI. Sem mais palavras!

Elas estavam ajeitando as coisas para a analgesia, e parecia que estavam demorando hoooooras. Comecei a gritar com elas, para que andassem logo com aquilo (juro que sou uma Lady... mas não tinha como). Até que uma delas me explicou: “Olha só... você vai se curvar bem para frente e eu vou colocar uma agulha na sua coluna. Se vier a contração, você não vai poder se mexer, entendeu?” Pensei: “Fudeu!”

Agarrei a outra tiazinha pelos braços, me abaixei bem..... Lógico que bem na hora H, veio a dita cuja da contração....... eu apertei tanto o braço da mulher da minha frente que eu achei que ela ia me bater.... hehe Tinha que me vingar de alguém né?
Lentamente, as contrações foram diminuindo.... eu só sentia que elas vinham pela leve falta de ar (isso depois de eu insistir que a analgesia não tinha pegado, que ainda doía muito.... que aplicassem mais, e toda uma vergonheira)

Minha médica já chegou perguntando onde estava o pai. Expliquei que ele havia ido buscar minha mala (e a dele)... Ele pediu para eu NÃO fazer força, já adiantando que se ele não chegasse logo, ela começaria sem ele.... Uma fofa minha médica, né? Não!
 
Ele chegou correndo e ficou segurando minha mão.... Comecei meio que instintivamente a fazer força. Ele me ajudava empurrando meu ombro enquanto eu me agarrava nas barras laterais e puxava.
Isso assim: uma, duas, acho que no máximo 4 vezes. Até que meu Dudu praticamente pulou para fora..... Isso eram 21:00h. Ou seja, todo esse bafafá em 2 horas. A médica disse que sou ‘parideira’.... hehehehe
 
Fizeram os procedimentos iniciais, e trouxeram ele para mim. Até hoje, após 3 anos, quando lembro daquele momento, não consigo evitar a emoção e as lágrimas. O olhinho dele no meu, e aquela troca de olhares que pra mim durou horas.... Alguém que há meses eu tinha comigo, e que finalmente me reconhecia.... “Oi Dudu, eu sou sua Mamãe..... te amo!” ~lágrimas~
A primeira troca de olhares.... simplesmente inesquecivel!

Familia!

(favor desconsiderar a cara inchada... havia acabado de ganhar um bebê, ok!?)

E assim, nasceu o meu filho. Meu amorzinho... meu pequeno e indefeso, que hoje é todo dono de si!
Hoje, não consigo me imaginar sem esse carinha... que me faz rir, chorar e me emocionar por cada progresso... cada palavra nova, cada gracinha!
É uma criança alegre, comportada, esperta, tranquila! Não há quem não elogie (juro que não é papo de pais babões).... e eu e Marido simplesmente morremos de orgulho.
Foi o primeiro neto de toda a família, onde foi recebido com muita expectativa e amor.
 
Parabéns meu pequeno pelo seu terceiro aniversário..... Agradecemos imensamente a Deus por ter nos escolhido para ser seus pais. Esperamos, do fundo do coração, corresponder à tamanha bênção.
Desejamos a você, MUITA saúde. Que continue sendo esse carinha obediente e esperto, e que Deus te abençoe sempre!
Te amamos muito!!!!! Desde aquele 28/03.... ou desde o positivo?
 
Com relação ao parto normal: Dói.
Meu próximo parto? Normal! Com certeza!
A dor é grande sim, mas é suportável.
Não vou defender tipos de parto, pois cada um sabe o que é melhor para si. Mas pra mim foi fantástica a experiência, e só vi vantagem. Mas admiro messsssmo quem faz sem analgesia. Simplesmente tiro o chapéu!
 
Beijinhos ao meu gatinho, Dudu!
 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

♥♥♥ 13 de Janeiro ♥♥♥

Há 11 anos, as 15:00h de um sábado, estava eu conversando com uma colega de trabalho sobre ir ou não a um encontro... Se por um lado era convidativo encontrar com um rapaz boa pinta, eu não estava nada afim de compromisso.

Minha irmã era Ginasta. Entrou um estagiário novo e ela veio me falar sobre ele. “Feeeeer, tem um estagiário muito gato dando aula lá”.
Ela levou uma foto minha, trouxe uma foto dele e ficamos interessados.
Ela passou o telefone de casa à ele, e ele me ligou. Discutimos no primeiro telefonema. Achei ele um mala. Ele me achou uma chata. Isso foi em Novembro.

Minha irmã não se deu por vencida, lá por dezembro deixou um recado para ele me ligar.... Como anotaram o nome errado, ele acabou ligando para ver quem era (ele jamais me ligaria de novo), conversou com a minha irmã que fez o maior fervo para ele me ligar no trabalho. Conversamos e dessa vez, foi bem mais tranquilo.

Fomos nos ligando, até que combinamos o tal cinema. Fomos assistir “Entrando numa Fria”. Posso contar um segredo? Uma coisa que ele mudou, mas que durante anos me irritava pro-fun-da-men-te? A gargalhada dele... ela estranha, passando a horrorosa..... Pense eu ao lado dele vendo uma comédia......... Pensava que o nome do filme tinha tudo a ver com o momento...

Como ele era beeeem persistente, fomos ficando.... me convidou para ir para a praia no carnaval e depois de pensar MUITO, decidi ir. Ah.... eu não ia viajar mesmo.... bora tomar um solzinho, né?

Não sei, apesar de gostar da companhia dele, não era para eu namorar.... não conseguia vê-lo como possível namorado. Ele tinha umas atitudes de moleque... era meio ‘bom moço’ demais para a minha cabeça, e eu não estava afim messssmo de comprimisso. Foi aí que a vida me pregou uma peça: fiquei doente com uma gripe com direito a febre e tudo (acho que foi a última febre que eu tive na vida), ele foi tão fofo comigo que eu comecei a vê-lo com outros olhos.

Voltamos de viagem e eu ainda não queria larga-lo, mas não estava afim de compromisso.
Quando ele viu que eu estava fazendo-o de bobo, sumiu. Senti falta e fui atrás.... Aceitei namorar com ele e estamos juntos até hoje.

Não que nosso namoro foi uma coisa linda de se ver.... Brigávamos MUITO. Eu era MUITO ciumenta... ele era muito chato. Mas não nos largávamos.
Com 4 anos ele me pediu em noivado, e no nosso aniversário de 6 anos de namoro, nos casamos.

O Marido é uma pessoa sem igual: bom filho, irmão companheiro, Marido companheiro de todas as horas (incluindo a faxina), pai inigualável... Alguém que eu jamais encontrei igual, e que tenho o maior orgulho de ser esposa. É o tipo de pessoa que sabe me aconselhar, que me tira do fundo do poço quando me sinto assim, que me faz sentir a mulher mais desejada, linda e poderosa do mundo (mesmo eu grávida de 9 meses e com 17 kg a mais).
Sei que não existem pessoas perfeitas, e nem casei com ele por achar que é.... Mas os defeitos que ele possui (que sim, são muitos), são infinitamente menores que as qualidades.

Num dos cineminhas

Amor, agradeço a Deus todos os dias por ter feito você tão teimoso e com isso ter insistido tanto para ficarmos junto.
Agradeço a  você por me mostrar o que é ser feliz, o que é se sentir completa. Agradeço pelo presente mais maravilhoso que poderia me dar: o Dudu. Pelos puxões de orelha, pelos empurrões, pelos conselhos, pelo ombro amigo, por me ajudar a crescer sempre e cada vez mais. Por ser meu melhor amigo, meu irmão, meu pai e meu amante, tudo em uma só pessoa. Por estar ao meu lado nas minhas maiores vitórias e nos meus momentos de tristeza. Por enxugar minhas lágrimas e me fazer gargalhar com coisas pequenas. Por me fazer apaixonar a cada nova fase. E, a cada virada de página, me mostrar que ontem eu não te amava tanto quanto hoje.
Obrigada por esses 5 anos de matrimônio... momento em que viramos um só.
Obrigada por esses 11 anos de relacionamento, e por cada minuto que já passamos juntos.
Obrigada pelo amor que compartilhamos...

E pedirei a Deus sempre, que me permita viver o resto dos meus dias ao seu lado, com o mesmo entusiasmo do inicio do namoro.... mas sem as incertezas do primeiro encontro.

Te amo!

Beijinhos, hoje, só para o Marido.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

♥ Semana Especial ♥

Ai gente... essa semana é mais que especial para mim e para o Marido... estamos, no dia 13, comemorando 11 anos juntos, e 5 anos de casados... Adoro a data e eu nunca deixo passar em branco. Sempre procuro preparar uma surpresa, dar um presente diferente. Marido não é muito de me surpreender... As vezes me dá um presente, as vezes me leva para jantar, mas nada que me deixe de queixo caído, sabem?

No entanto, ontem, ele resolveu tirar o dia para me fazer surpresas.
Cheguei em casa e ele estava todo sujo de tinta.... resolveu dar mais uma demão na escada... Sempre eu que tomo a frente das obrinhas da casa e ele me ajuda. Dessa vez quis adiantar tudo. Achei fofo!

Conversamos, ficamos andando pelo condomínio e observando a altura do muro dos vizinhos (hehe), e quando resolvemos entrar, tinha uma caminhonete parada em frente. Marido reclamou que sem o interfone, fica difícil saber pra quem é a visita (o terceiro morador ainda não se mudou, e ainda não temos nem portão eletrônico, nem interfone)...... olhou e disse que era para mim......... Fui atender e era o entregador da floricultura com um buque de rosas vermelhas lindooooooooo....



Gentes, Marido não é de dar flores.... em 11 anos, creio que ganhei flores umas 4 vezes no máximo. Fiquei toda abobada!!!

Jantamos, tomei meu banho, colocamos o Dudu para dormir, e enquanto eu devorava um chocolatinho assistindo novela, Marido chega e me diz:

“Fer.... tem dois presentes sobre a cama. Experimente, e se não servir ou você não gostar dá para trocar. Vista a que você mais gostar, e use a sandália que eu separei para você usar, aí desça que eu quero ver”
Subi correndo....

Marido, safadinho, comprou duas lingeries LINDAS de morrer.... Sabe aquela lingerie de vitrine de shopping que você acha linda na manequim mas nunca tem coragem de comprar pois além de achar que não vá ficar tão linda em você ainda dói no bolso?

Sério.... amei! Adoro lingerie... ainda mais escolhida a dedo por quem é o mais interessado na história.

Bom, o resto não posso contar, pois é impróprio para o horário.... mas adianto que o espumante estava uma delicia!

Marido, TE AMO!

Beijinhos de bochechas rosadas!!!